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quinta-feira, 7 de junho de 2012

Liga aprova árbitros estrangeiros


A Liga de clubes aprovou esta tarde, em assembleia geral, o regulamento que prevê a chamada de árbitros estrangeiros para os jogos dos campeonatos profissionais.
Parece ser um boa noticia mas resta saber em que moldes será aplicada!
(mas calma, ainda falta a aprovação por parte da Federação Portuguesa de Futebol)

Se for aprovado, ha que dar especial atenção aos “empresários” do norte e nomeadamente ao sr Garrido.
Garrido que é um dos responsáveis para receber árbitros internacionais e oferecer fruta ou qualquer outra coisa que sirva para ganhar jogos.

Quem é Garrido?
(Fica aqui a explicação roubada do pulpuscorruptus)

Garrido foi o primeiro árbitro português escolhido para apitar a fase final de um campeonato do mundo (Argentina 78). Esteve também no Europeu de 80 (Itália) e no Europeu de 82 (Espanha). A 1 de Abril de 1973, quando faltavam seis minutos para o final do FC Porto - SL Benfica com o resultado em 1-2, inventou uma grande penalidade após simulação do portista Flávio na área das águias. O jogo terminou empatado e o Benfica foi assim impedido de conquistar o campeonato 100% vitorioso (levava 23 vitórias em 23 jornadas num campeonato.

Depois de terminar a carreira 1982 foi recrutado estrategicamente pelo FC Porto. Sim, o FC Porto deve ser o único clube do mundo que tem uma ex-árbitro na sua estrutura. Deve ser por uma questão de transparência. A questão que põem é a seguinte. O que fará António Garrido na "estrutura" do FC Porto? Ao longo dos anos fomos tendo acesso a alguma informação (pouca). Garrido é o verdadeiro homem sombra. Desde que terminou a carreira pouco se ouviu falar dele.

Foi uma das pessoas que jantou com o árbitro do Porto - Villarreal. Foi uma das pessoas que estava presente quando Jacinto Paixão, o árbitro da fruta, foi coagido por elementos ligados ao FC Porto na mesma marisqueira. Foi apanhado nas escutas do Apito Dourado a falar com Valentim Loureiro e Pinto de Sousa. Foi identificado pela Polícia Judiciária, no âmbito do processo Apito Dourado, como o “contacto preferencial” do Porto para exercer pressão junto do órgão que nomeava os árbitros.

O FC Porto é dos clubes mais titulados do planeta desde que Pinto da Costa assumiu a presidência do clube em precisamente 1982, aproximadamente na mesma altura em que António Garrido foi recrutado pelo clube azul-e-branco. A maior parte das pessoas atribuem boa parte do mérito das conquistas recentes do clube ao seu presidente, homem que esteve suspenso durante 3 anos por corromper árbitros e que levou o clube a perder 6 pontos pelo mesmo motivo. Talvez os adeptos do FC Porto devessem estar gratos também a António Garrido, um ex-árbitro que entrou no FC Porto aproximadamente na mesma altura o presidente do Porto.

Pinto da Costa e António Garrido (ex-árbitro) conquistaram em quase 30 anos, 17 Campeonatos Nacionais, 11 Taças de Portugal, 16 Super Taças, 2 Ligas dos Campeões e 1 Taça Uefa.

O FC Porto, até a entrada do presidente condenado por corromper árbitros e do árbitro António Garrido, era um clube honrado mas tinha ganho apenas 7 Campeonatos Nacionais, 4 Taças de Portugal e 1 Supertaça.

Cinco anos volvidos, arrepio-me ao verificar que os métodos permanecem os mesmos. Ao fim de contas, faz-se jus ao lema «Em equipa que ganha, não se mexe». Por muito que tentem descolar António Garrido da imagem instucional do FCP, torna-se evidente que o ex-árbitro é um assalariado do referido clube e tem quase duas dezenas de anos de prestação de serviços. O que me envergonha como português é verificar que o FCP contribui para a degradação da imagem do nosso futebol no estrangeiro, evidenciando-se lentamente como clube corrupto e corruptor e serão necessários muitos anos para lavar essa mancha.

Como sempre, a imprensa afecta a Joaquim Oliveira procurou abafar a notícia.
Sim, porque É NOTÍCIA!! E mesmo no Record, não mereceu mais do que uma breve nota de pé de página. É triste, é degradante, é aviltante, é a imprensa desportiva que temos...

ANTÓNIO GARRIDO,  o Viciado na Corrupção

Só para quem tem andado distraido, António Garrido é um dos elementos mais importantes no esquema e na teia do Sistema e uma das pessoas mais  corruptas em Portugal. Não admira que nunca queira estar na ribalta. Tem demasiados telhados de vidro e não quer atrair as atenções, muito menos da CS.

Depois de sair da arbitragem, tornou-se viciado no jogo. Algo que tem em comum com Reinaldo Teles. Os seus contactos intensificaram-se em Espinho, no Casino. 
Toda a gente sabe que o vício, seja ele qual for, implica grandes custos. Então o do jogo... "You scratch my back, and I scratch yours".
Os mafiosos de todos os tempos e geografias sempre foram conhecidos por saberem tirar proveito das fraquezas das suas vítimas. Fazem as pessoas dependentes de si. Sabendo das suas partes fracas, os corruptos têm-lhe alimentado o vício. Em troca, Garrido tem mantido os árbitros, especialmente os estrangeiros nos jogos internacionais - mas, interessante, apenas do FCPorto - sob a sua alçada. Para isso tem aproveitado os seus inúmeros contactos.
Toda a gente sabe que os portistas têm sido ajudados, especialmente em momentos importantes e decisivos, com acento tónico no "decisivos", pelos árbitros internacionais que vêm ao Porto.

As Letras de Garrido

António Garrido vai deixar de poder negar a sua forte ligação ao FCPorto. O auto de busca e apreensão que a PJ realizou à residência do antigo árbitro internacional e actual Assessor do Conselho de Arbitragem da FPF. Nesta dilgência a PJ descobriu vários documentos que provam que AG com e para oclube de Pinto da Costa. A busca realizada à sua residência em S. Pedro de Muel encontrou um talão de depósito do BPSM cujo titular indicado é Reinaldo Teles, o vice-presidente do FCPorto, no valor de cinco mil contos, assinado pelo próprio punho do Reinaldo Teles. Com a data de 17/12/1993. A principal prova é uma letra passada pelo FCPorto ao antigo árbitro no valor de 2039 contos, com quatro reformas.

Além disso um misterioso sobreescrito dirigido ao antigo árbitro com a inserção, “Haver cheque s/BPA no valor de 1.000.000$00”. A PJ achou por bem também apreender 2 cheques do BNU ambos no valor de 3 mil contos.
Da lista de documentos fazem parte também nove cheques todos eles ao portador, de uma conta de António Garrido no BESCL. No total perfazem 11 mil contos.

Testemunho

Jorge Gomes, que esteve ligado durante quase dez anos seguidos no departamento de futebol das Antas, confessa que o antigo árbitro internacional António Garrido trabalha mesmo para o FCPorto. Uma revelação no mínimo escaldante numa altura em que Pinto de Sousa escolheu António Garrido para  assessor do Conselho de Arbitragem.

Testemunho
 
Marisqueira de Matosinhos, Garrido, Reinaldo Teles e Bruno Paixão.

“Tive então um «flashback»de um facto que presenciei ao vivo em Julho de 2006, na mesma Marisqueira de Matosinhos. Encabeçando um grupo de 15 docentes, na sua maioria jovens professores contratados, dirigimo-nos para o restaurante para festejar o encerramento do ano lectivo e vermo-nos pela última vez.
A meio do repasto, enquanto eu me deliciava com um excelente arroz de marisco, uma jovem professora de Química que estava sentada à minha frente perguntou-me delicadamente se eu não me importaria de trocar de lugar com ela, pois estava a sentir-se visivelmente incomodada com os olhares persistentes e pouco cavalheirescos que um dos clientes (sentado na mesa em frente à nossa) lhe estava a lançar.

Imprudentemente, a minha jovem colega envergava uma blusa excessivamente decotada e justa que lhe expunha um busto farto e um colo com uma agradável tonalidade pálida que hipnotizaria qualquer cavalheiro. Por delicadeza, anui ao seu pedido, sorrindo com o sucedido, pois eu próprio estava a tentar controlar os meus olhares lascivos, enfiando o nariz no prato.

De repente, reparei e reconheci a comitiva VIP que estava naquela mesa: Reinaldo Teles, António Garrido e um jovem árbitro da zona Sul que, naquela altura, não era ainda internacional. Era este árbitro que estava a lançar olhares de paixão em relação à minha jovem colega e ficou visivelmente incomodado com a troca de cadeiras e não duvido que, se o pudesse, me teria exibido o cartão vermelho.

Os nossos jantares terminaram ao mesmo tempo e a mesa da FCP-SAD estava incomensuravelmente mais divertida do que a nossa, pelo menos as gargalhadas eram mais estridentes e sonoras. Reinaldo Teles e o árbitro saíram abraçados e, não duvido, a noite desses convivas deverá ter terminado numa qualquer Taberna do Infante...ou Calor da Noite”.

Erros de Jacinto Paixão ajudam FC Porto a ganhar

A juíza Ana Cláudia Nogueira terá considerado que Jacinto Paixão, na época passada, poderá ter ajudado o FC Porto a ganhar (2-0) o encontro que disputou, nas Antas, frente ao Estrela da Amadora, a contar para a 19.a jornada da SuperLiga.

Segundo apurou o CM, a magistrada do Tribunal de Gondomar defenderá que o árbitro Jacinto Paixão e os auxiliares José Chilrito e Manuel Quadrado, até ao segundo golo dos “dragões”, prejudicaram o Estrela com erros que interferiram no resultado. Já dos lances que beneficiaram os ‘tricolores’, como alguns foras-de-jogo mal assinalados, a opinião da juíza seria que não tiveram qualquer interferência no desfecho final.

Dos oito erros mais evidentes, Ana Cláudia Nogueira terá destacado uma rasteira de Paulo Ferreira a Semedo (14 minutos), quando este se isolava em direcção à baliza de Vítor Baía. Jacinto Paixão nem falta assinalou. Confrontado com este lance, o árbitro terá referido que, no campo, não apreciou qualquer falta, mas que depois de ver na TV concluiu que, afinal, só não marcou falta por estar mal posicionado.

No minuto 17, é assinalado um ‘off-side’ inexistente a um jogador dos ‘tricolores’. Doze minutos depois, o FC Porto inaugura o marcador, por McCarthy. O golo é alcançado na sequência de um pontapé de canto, que teve origem numa jogada onde Sérgio Conceição parece estar em fora-de-jogo. A dois minutos do intervalo não é sancionado um fora de jogo ao sul-africano e é assinalado uma falta idêntica, duvidosa, aos portistas. Já nos descontos da primeira parte, McCarthy volta a facturar, beneficiando de uma nítida posição de fora-de-jogo.

Quanto ao segundo tempo, a juíza alegadamente sublinha dois foras-de-jogo assinalados aos ‘dragões’ que deixam muitas dúvidas. Além disso, Jacinto Paixão foi complacente com jogadas duras dos futebolistas de ambas as equipas.

Deste rol de erros, nomeadamente os foras-de-jogo, o árbitro da Associação de Futebol de Évora terá lembrado que são lances da responsabilidade dos seus assistentes. Em relação aos golos do FC Porto, Paixão referiu, soube o CM, que estava longe do local das jogadas que deram origem aos mesmos.

Do facto de ter sido complacente com alguma violência dos jogadores terá salientado ser uma situação normal, constituindo uma opção da arbitragem deixar decorrer o jogo.

As explicações que Jacinto Paixão, José Chilrito e Manuel Quadrado não terão convencido a juíza sobre os erros que cometeram no FC Porto-Estrela da Amadora, pelo que foram todos indiciados de um crime de corrupção desportiva passiva, cuja moldura penal prevê pena de prisão até quatro anos.

Jacinto Paixão confirma prostitutas

O árbitro Jacinto Paixão, arguido no caso de corrupção no futebol "Apito Dourado", confirmou hoje a presença de prostitutas no seu hotel, após arbitrar o jogo FC Porto- Estrela Amadora, e apontou o dedo a dirigentes dos "dragões".

"Quando chegámos ao hotel, estavam lá as senhoras. Três meninas que eu não sei quem lá as meteu. Eu corri com elas e, a partir daí, não sei o que se passou. Mas eu não tive relações sexuais".

Pensava que tinha sido uma brincadeira entre amigos (durante a viagem, com os dois assistentes e outros dois indivíduos de Évora)", disse Jacinto Paixão, em entrevista à TVI.

O "juiz" eborense contou que, durante o percurso para o Porto, ele e os seus companheiros de viagem falaram sobre o recurso ao serviço de prostitutas, tendo alguém avançado com o nome do empresário António Araújo, ligado a negócios de jogadores com o FC Porto e igualmente arguido neste processo.

Na partida em causa, disputada a 24 de Janeiro de 2004, o FC Porto recebeu e bateu o "lanterna vermelha" Estrela Amadora, por 2-0, com dois golos do sul-africano Benni McCarthy, aos 30 e 49 minutos, embora o segundo tento tivesse sido obtido em posição irregular, no quarto minuto de compensação da primeira parte.

Após essa 19ª ronda da Superliga, os "dragões" mantiveram a vantagem de cinco pontos sobre o segundo classificado, Sporting, antes de uma decisiva visita a Alvalade, na jornada seguinte. Em caso de empate ou derrota com os amadorenses, a distância para os "leões" ficaria encurtada para três ou dois pontos, respectivamente. Reinaldo Teles estava no restaurante. Foi ele que nos levou.

Quando acabou o jogo, disse para nós o acompanharmos e, depois do jantar, levou-nos ao hotel. “Caí numa cilada, sem saber de nada", disse Jacinto Paixão, referindo-se ao responsável portista pelo departamento de futebol do clube "azul e branco".

A operação "Apito Dourado", cujas diligências mais visíveis começaram em 20 Abril de 2004, levou à constituição de cerca de 200 arguidos, incluindo o presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional, Valentim Loureiro, o presidente do FC Porto, Pinto da Costa, a presidente da Câmara Municipal de Leiria, Isabel Damasceno, além de outros árbitros e dirigentes do futebol português.

"Se eles (Pinto da Costa e António Araújo) combinaram alguma coisa, então que sejam punidos", disse ainda Jacinto Paixão. "Não tenho razões para me arrepender. Foi um jogo igual aos outros. Depois, na cassete, vi alguns erros que podiam ter sido colmatados, como o golo, em que havia fora-de-jogo, mas, lá dentro, não se pode ver tudo", acrescentou, sobre o FC Porto-Estrela Amadora.

Jacinto Paixão argumentou depois que não faria sentido beneficiar os "dragões", uma vez que, com José Mourinho como treinador, os "azuis e brancos" já dispunham de onze ou nove pontos de avanço sobre o segundo e o terceiro classificados, mas a equipa orientada pelo actual técnico dos ingleses do Chelsea só tinha cinco pontos a mais do que o seu perseguidor, Sporting.

Entretanto, a imprensa portuguesa noticiou no início de Abril o fim da fase de inquérito do processo "Apito Dourado", ao cabo de dois anos e um mês de investigação, realizada por 10 inspectores, tendo a PJ do Porto feito seguir os autos para o Tribunal de Gondomar.

Ao todo, terão sido ouvidas 370 testemunhas e realizadas mais de uma centena de buscas domiciliárias a empresas, clubes e residências, num processo com cerca de 15 mil folhas, que promete transformar-se num dos maiores casos que alguma vez chegará a julgamento

Opinião - Jacinto Paixão

O Benfica e os benfiquistas defendem aqueles que denunciam a corrupção porque isso é um dever cívico de todo o cidadão de um país que se quer civilizado e anti-corrupto. O que manifestamente não é o caso dos habitantes de Palermo, na definição de Mourinho. Independentemente da prestação das suas equipas, pois uma coisa não tem nada a ver com a outra. 



As vitórias, em países civilizados, não limpam crimes. Pelo contrário, aumenta a responsabilidade cívica e moral de quem as conquista. O que não é manifestamente o caso do clube andrade corrupto que vive em Contumil de Palermo.

Ameaçaram-no de morte, como é costume os andrades fazerem, e ele para se resguardar e à sua família fez vários vídeos. Fez, ao fim e cabo, o mesmo que a Carolina, que ia ser morta e teve que se tornar numa figura pública na CS para o evitar. Foi a própria PJ a afirmá-lo.

Em resposta ao vídeo do Jacinto Paixão, o comunicado dos portistas diz que ele está a mentir com todos os dentes. Então:



1) Como é que eles sabem que o Jacinto Paixão está a “mentir com todos os dentes”?
2) Porque é que eles no seu comunicado não dizem que vão processar o Jacinto Paixão?


Mais, aceitam sem qualquer dúvida ou hesitação que é o Jacinto Paixão que está a falar e não um imitador, apesar de ter havido muito gente a colocar essas dúvidas. Que eu nunca tive. E porque nunca duvidaram? Porque sabem que ele está a falar verdade.


PS. Sabem porque é que os andrades não processam o JP?
Porque em primeiro lugar sabem que ele está a falar verdade. Em segundo, sabem que se o fazem começarão a aparecer novas testemunhas que irão dar-lhe razão
. E quando se começa a desfiar um novelo, nunca se sabe o que aí vem. Por isso o melhor é ficar quieto e calado.
A Entrevista
Em entrevista à Benfica TV, Jacinto Paixão sem querer falar sobre detalhes processuais, negou ter recebido prendas dos clubes («Ofereceram-me apenas camisolas»). «Se tivesse recebido algumas coisas, um Dragão de Ouro, não estaria na situação que estou», revelou, admitindo ter ouvido histórias de colegas árbitros que não terão tido o mesmo comportamento.«Ouvi falar em viagens e em outras coisas. Se é verdade ou não, não sei».
O antigo juiz eborense também recordou detalhes do famoso jantar numa marisqueira de Matosinhos, no final de um FC Porto-E. Amadora. «Segui o Reinaldo Teles até a marisqueira e fiquei surpreso quando ele sentou-se na mesa. Fiquei constrangido, mas fiquei mais tranquilo ao ver que lá estavam o António Garrido e outro árbitro. Depois apareceram o Pinto da Costa e a sua companheira [Carolina Salgado], que ficaram numa mesa ao lado. No final quis pagar a contar, mas disseram-me que já estava paga. Talvez tenha sido o Reinaldo Teles ou o Pinto da Costa. Não sei».
Sobre a importância e o papel de António Garrido na relação do FC Porto com os árbitros, Jacinto Paixão disse não ter dados concretos. “Não sei qual é o peso dele. Comigo ele nunca falou nada, mas sei que acompanhava nos jogos do FC Porto. Não sei qual é o clube dele e não estou preocupado com isto. Uma coisa eu sei: ele é sogro do Olegário Benquerença”.