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segunda-feira, 28 de abril de 2014

Porto - Benfica (3-4 nas grandes penalidades) [ Meia final da Taça da Liga]

Mais um jogo de decisões!
Na véspera da deslocação a Turim, o Benfica disputava a meia final da taça da Liga no estádio do Dragão.
Mais uma vez Jesus tinha um dilema:
Alinhar com os habituais titulares ou fazer uso de jogadores menos utilizados e poupar jogadores para Turim. Com
Salvio e Silvio de fora mas por lesão, Jesus optou pela poupança de alguns jogadores e alinhou com o seguinte onze inicial:


No banco estavam: Paulo Lopes, Funes Mori, Djuricic, Maxi, Garay, Enzo e Markovic.

Luisão, Artur, Fejsa, Gaitan e Rodrigo ficaram de fora já a pensar no derradeiro jogo com a Juventus.


A equipa da casa que tantos e tantos anos "ignorou" esta competição queria chegar à final pela terceira vez  e para isso colocava a carne toda no assador na esperança de carimbar a presença no derradeiro encontro em Leiria com o já finalista Rio Ave.

A verdade é que o Porto entrou melhor no encontro e foi coleccionando as melhores oportunidades.
Aos 9 minutos por
Jackson, aos 15 por Varela e aos 21 e 25 novamente por Jackson.
Os da casa causavam perigo mas falhavam na finalização.

Aos 30 minutos Steven Vitoria (que estava a realizar um jogo desastrado, diga-se) comete falta e recebe cartão vermelho.

Jesus uma vez mais esteve (na minha opinião) muito bem ao retirar Lima.
Poupa o avançado para o jogo com os italianos e dá assim ritmo a Cardozo.
(Sobre Cardozo queria só dizer isto: Criticam o homem por tudo e nada. Esquecem-se o papel que teve no inicio desta época. Posso estar enganado, mas ainda nos vai dar alegrias importantes).

Aos 35 minutos livre em boa posição para Cardozo bater.
O tal que não presta, o tal que é criticado por muitos Benfiquistas, ainda mete medo e SILENCIOU o dragão.
O respeitinho é muito bonito.

O Benfica, tal como fez na luz, mostrou-se relativamente confortável a jogar com menos um elemento tendo inclusive conseguido equilíbrio defensivo algo que lhe fugia desde o inicio da partida.
O arbitro madeirense deu por concluída a primeira parte e as equipas iam para os balneários com um nulo no marcador.

Na segunda parte mais do mesmo.
Os azuis com mais bola mas, ao contrario da primeira parte, a criarem menos perigo.
O Benfica fazia o seu papel e atacava apenas quando podia sem entrar em loucuras! Com menos um elemento era imperial fechar bem la atrás. Isso o Benfica fez com mestria!

A grande oportunidade para o Porto surgiu aos 80 minutos quando
Herrera ganha um ressalto na área e remata de primeira com a bola a passar muito perto do poste.
Aos 82 Danilo mergulha na área mas o arbitro não foi na cantiga (isto já não são os velhos tempos, terá pensado o presidente peidoso).

Entretanto o Mangala ia distribuindo porrada em tudo o que mexia mas na maior partes dos lances não era assinalada falta.
Bom teste para o jogo com a Juventus.
Os da casa tentavam mais com o coração do que com a cabeça e o Benfica conseguiu mesmo terminar o encontro com um 0-0 depois de, uma vez mais, terem defrontado o clube corrupto com menos um jogador durante mais de 60 minutos.

Com o empate final no marcador,
o vencedor teria que ser encontrado através da marcação de grandes penalidades.


O primeiro a  marcar foi o Benfica.

Chamado à conversão Siqueira não vacilou e colocou o Benfica na frente.

Quintero empatou 1-1

Garay vê a sua bola ser devolvida pela barra.

Jackson não quis ficar atrás e enviou a bola para a Torre dos Clérigos.


O outro central do Benfica também foi chamado a bater mas não falhou.

Ghilas também marcou golo e empatou a partida 2-2
André Gomes que para a Taça de Portugal brilhou, permitiu a defesa de Fabiano.

Maicon fez questão de copiar André Gomes e viu Oblak negar-lhe o golo.

 
Enzo fez o
2-3

Varela marcou e fez o 3-3 Cavaleiro fez o 3-4

Fernando também foi chamado a bater o penalti e em boa hora!
O brasileiro envia a
bola no poste permitindo que o Dragão fosse o palco para a festa Benfiquista.


O Benfica atinge a quinta final desta competição (e conta já com 4 troféus no seu museu) onde irá disputar o troféu com o Rio Ave.



O Benfica volta a jogar já esta quinta-feira ás 20h05  com a Juventus, a contar para as meias-finais da Liga Europa.




Ps- Depois da festa no relvado, eis que surge jardel no Flash interview...



sexta-feira, 25 de abril de 2014

Benfica 2 - Juventus 1 (Meias-Finais da Liga Europa -1ª Mão)

Ainda hoje se discute se o sorteio foi bom ou não para o Benfica.
Com Juventus, Sevilha e Valência no sorteio calhou a Juventus.
Jesus tinha deixado na antevisão do sorteio que a equipa mais forte era a Juventus mas também deixou escapar que preferia encontrar os italianos a duas mãos.
O destino tem destas coisas e foi mesmo a formação italiana a adversaria do Benfica para estas meias finais da Liga Europa.
Com os lesionados Silvio, Salvio,Nico Gaitán e Fejsa, Jesus teria de apresentar, uma vez mais, uma equipa com mudanças.
Contra uma Juventus ainda sem derrotas nesta edição (cinco vitórias e um empate) o treinador encarnado alinhou com:

´

O jogo não podia ter começado melhor!
Na primeira incursão pelo ataque passe a rasgar de Enzo Pérez para Sulejmani.
O sérvio não domina bem e Lichtsteiner corta para canto.
Sulejamani bateu o canto para a grande área onde Garay subiu ao primeiro andar e cabeceou com sucesso para o fundo da baliza de Buffon. O italiano ainda tocou na bola mas a colocação foi tal que o guardião não conseguiu evitar o golo! estava feito o 1-0.




A Juventus tentou pegar no jogo mas não conseguia.
O Benfica apresentava um ritmo elevadissimo que parecia surpreender os italianos.
Aos 11 minutos o Benfica quase chega ao segundo golo.
Sulejmani aparece na zona de conclusão e só com Buffon pela frente atira contra a malha lateral.
Uma perdida que se pode dizer escandalosa de um jogador que fez uma bela partida.
O ritmo foi baixando e o Benfica ia dando mais bola e domínio ao seu adversário que não encontrava forma de incomodar Artur.

O jogo era táctico e bastante disputado com os jogadores a recorrerem à falta aqui e ali.
Um jogador destacou-se.
Pogba!
Em 18 minutos o francês cometeu quatro faltas!

A Juventus conseguiu dar o seu primeiro sinal de perigo aos 30 minutos onde pela primeira vez conseguiu romper a barreira defensiva do Benfica.

Tévez corre todo o meio campo do Benfica lado a lado com Enzo e já dentro da área viu a bola ser-lhe roubada por Artur Moraes momentos antes do remate.

A Juve ia continuando a sua busca pelo golo mas nunca o fez da melhor maneira e os lances morriam sempre ás mãos da defesa benfiquista.
Quando o Benfica tinha a bola aproveitava sempre para descansar com bola e diminuir o ritmo da partido sem perder de vista a baliza contraria.
Disso mesmo se deu conta o guardião italiano quando aos 41 minuto quase sofria o segundo golo.
 Markovic recuperou a bola a meio campo, progrediu pelo flanco direito rematou com muito perigo.
No final da primeira parte o marcador assinalava um 1-0 para o Benfica que dominava também nas estatísticas: 53% contra 47% em posse de bola.

O Benfica vencia e convencia.
Na segunda parte a Juventus subiu as linhas de marcação e criava mais dificuldades ao Benfica que normalmente reage muito bem a este tipo de situações mas desta vez parecia ressentir-se não só das suas ausências como também de algum cansaço que os ia impedindo de dar uma melhor resposta.

Aos 55 minutos
Juventus perto do golo! Marchisio cruza na esquerda para a área, onde surge Pogba a cabecear com muito perigo. Artur, apanhado em contra pé realiza uma grande defesa.
Apenas um minuto depois uma boa resposta do Benfica.

Já dentro da área italiana, Enzo é derrubado pelo central uruguaio.




O árbitro turco mandou seguir, tal como foi fazendo grande parte do encontro!
Este turco fez uma arbitragem muito habilidosa que deixou os italianos fazer de tudo...
É o que dá receber o clube onde jogou Platini...

A Juventus via o relógio correr contra si, pressionava mais o Benfica, ia criando mais perigo na primeira parte mas o Benfica defendia de forma solida e parecia querer poupar-se o máximo possível.
Numa das poucas desatenções e quando já muitos pensavam no 1-0 como resultado final, a Juventus chegou ao empate aos 73 minutos.
Dentro da área, Carlos Tévez escapa a um carrinho de Luisão e, com muita sorte, mantém a posse de bola e remata por entre as pernas de Artur.
Estava feito o empate na Luz!

O Benfica reagiu bem ao golo e partiu para cima da Juventus e apenas dez minutos depois de ter encaixado o golo do empate, o Benfica logrou fazer o 2-1.

Enzo Pérez cruza rasteiro, Ivan Cavaleiro simula uma receção e deixa a bola passar para Lima, que na passada, remata fortíssimo para o fundo das redes de Buffon.



Ate final o Benfica limitou-se a gerir uma vantagem perante um colectivo italiano que parecia satisfeito com a derrota por 2-1.
Vitoria justa do Benfica que podia ter outros números se o lance de Sulejmani, Markovic ou se o penálti tivesse sido assinalado.

A segunda mão está marcada para dia 1 de Maio.

Uma ultima palavra para o publico da Luz





segunda-feira, 21 de abril de 2014

Para Eles...


 Os traidores que no inicio da temporada queriam perder para despedir o treinador:





Benfica 2 - Olhanense 0 (28ª Jornada)

A luz enchia para ver aquele que podia ser o jogo do titulo.
Num fantástico trabalho da Benfica Tv, podemos ver o quão acarinhados os jogadores do Benfica foram desde o centro de estagio ate ao Estádio da Luz.



Muitos deles terão tido o primeiro contacto mais serio com uma estranha e adorável doença que é o Benfiquismo.
No entanto, e perante este ambiente de festa, haveria que chamar os jogadores a terra.
Para sermos campeões tínhamos de vencer o Olhanense.
Para essa tarefa Jorge Jesus escalonou o seguinte onze inicial:



Com 7 ausências do seu onze inicial adivinhava-se um jogo complicado para o Olhanense.
O inicio do jogo trouxe um Benfica mandão mas com muita ansiedade de marcar o primeiro.

Aos 3, 5 e 9 minutos oportunidades falhadas por Rodrigo.
Mas aos 10 minutos a equipa visitante quase gela a Luz. Contra-ataque muito rápido com Lucas Sousa a surgir isolado. O remate cruzado, acabou por sair ao lado do poste esquerdo de Oblak.
O aviso estava dado e os jogadores perceberam que seria de vital importância que o Benfica mantivesse a bela sequência de sete jogos sem sofrer golos em casa para o campeonato.

Para tal começaram a jogar mais com a cabeça e a equipa encontrou o seu equilíbrio emocional melhorando assim e muito o seu futebol.
Defesa e ataque estavam agora em simbiose perfeita. Faltava apenas o golo.
O Olhanense não fugiu a regra e como tantos outros apresentou-se na luz para defender com 10 homens tornando muito difícil o trabalho do Benfica.

A verdade é que com maior ou menor dificuldade a defensiva visitante ia conseguindo sacudir todos os lances de ataque do Benfica.
Era através de lances individuais que o Benfica ia conseguindo levar algum perigo.
Aos 32 
Maxi entra na área e remata forte (cruzado) com a bola a sair ao lado.

Apenas 4 minutos depois
Lima atira com força, de fora da área mas Belec estava atento.Instantes antes do arbitro dar por concluída a primeira parte, lance de azar para Salvio.No ultimo lance dos 45 minutos iniciais, o argentino disputou a bola com um defesa do Olhanense, com este a cair em cima de "Toto". Lance normal e corrente que neste caso valeu uma fractura no braço. Sem duvida uma época de azares para alguns jogadores do Benfica.
Ao que tudo indica, será operado ainda hoje e não jogara mais esta temporada.
Força "Toto"!!!



O Benfica ia para os balneários com um 0-0 mas com uma estatística que espelhava bem as diferenças:
70-30 na posse de bola; 8-3 remates; 6-0 cantos.
Apesar da muita ansiedade, os adeptos sabiam que mais cedo ou mais tarde o golo surgiria e a festa seria feita.
Na segunda parte tudo na mesma.
Um olhanense ultra defensivo e um Benfica paciente à espera de um erro para fazer o primeiro.
Aos 47 primeiro sinal de perigo.  André Almeida, na passada, remata com força mas sem pontaria respondendo a um cruzamento largo de Maxi Pereira.

Aos 53 minutos o Benfica esteve muito perto do golo.

Lima recebe no meio da área, remata à meia-volta com a bola a sair ligeiramente por cima.
Aos 57 minutos explosão de alegria na Luz.
 Gaitán remata e Belec defende para a frente.
Na recarga Lima encosta para a baliza quase sem oposição.
Estava feito o primeiro golo da tarde e agora o ultimo classificado tinha de abrir mais o jogo se quisesse discutir o jogo com o Benfica.



Mas não quis.
Mesmo a perder por 1-0 a equipa visitante não abdicava do seu muro defensivo e ao Benfica não restava outra coisa se não ir para cima do adversário, marcar o segundo, matar o jogo e ser campeão.
Foi isso que fizeram.
Ainda as bancadas festejavam o primeiro golo e já Lima bisava na partida.

Lima fugiu pela direita, "sprintou" todo o meio campo do Olhanense, entrou na área e rematou rasteiro com a bola a passar pelo meio das pernas de Belec.



Aos 68 minutos Rodrigo falha da baliza aberta o 3-0 após assistência de Maxi.
Aos 69 penalti escandaloso não assinalado contra o Olhanense.


Aos 71 minutos, após uma sucessão de passes ao primeiro toque, Lima aparece isolado mas remata fraco permitindo a defesa de Belec

Esta foi a ultima grande ocasião de golo para o Benfica.
Ate final os pupilos de J.J limitaram-se a controlar o jogo esperando o apito final de Xistra (que mais uma vez provou ser medíocre...)

O Benfica é o novo campeão nacional chegando a bonita marca de 33 títulos de Campeão Nacional.
Um titulo merecido e que não merece qualquer contestação.






quinta-feira, 17 de abril de 2014

Benfica 3 - Porto 1 (Taça de Portugal 1/2 final, 2ª mão)

Depois de um jogo menos conseguido no Dragão e de uma derrota por 1-0 o Benfica recebia a equipa corrupta para, em 90 minutos, dar a volta à eliminatória e marcar presença na final da Taça de Portugal.
Com as lesões de Oblak, Luisão, Silvio, Fejsa e Ruben Amorim, o técnico do Benfica era uma vez mais obrigado a alterar a equipa inicial. O Benfica alinhou com:



O Benfica entrou muito forte e logo aos 3 minutos Benfica cria o primeiro sinal de perigo.
André Gomes rouba a bola a Fernando e lança Rodrigo na esquerda, este cruza rasteiro para o primeiro poste, onde Salvio remata de primeira no entanto ao lado.
O Benfica continuava pressionante e remetiam os azuis no seu meio campo.
Aos 7 minutos o Benfica tinha já
seis cantos consecutivos a seu favor
A equipa da casa ia dominando as operações e só aos 15 minutos o adversário fez a sua primeira aparição no ataque por intermédio de Quaresma que, após um movimento característico, remata por cima.
No minuto seguinte o Benfica chegaria ao golo.
Cruzamento largo de Gaitan na esquerda para Salvio cabecear ao segundo poste para o golo.
Estava feito o primeiro na Luz e o empate na eliminatória.



O Benfica tinha agora os restantes 30 minutos e toda a segunda parte para tentar chegar à vantagem
.
A vencer por 1-0 e com a eliminatória empatada, o Benfica manteve o ritmo o que ia causando alguns problemas aos visitantes.
Aos 24 minutos PROENÇADA!

Numa das poucas tentativas de ataque dos azuis, Siqueira é mais forte que Defour mas Proença decide que uma carga de ombro legal a meio campo dava direito a cartão amarelo.
Mesmo na parte final do lance (foto) não existe qualquer falta e muito menos algo que justifique um cartão amarelo. Nós, os Benfiquistas, já conhecemos o Proença.
No entanto esta é a primeira época de Siqueira e não percebeu aquele "sinal"



Apenas três minutos depois Siqueira tem entrada passível de cartão amarelo.
Proença não perdoou e o ex-Granada foi tomar banho mais cedo.
Obviamente que "A Expulsão" estava programada!
O primeiro amarelo ao brasileiro é ridículo e muito mal mostrado!
Mas Siqueira NÃO PODE ter uma entrada destas já com cartão amarelo.



Prejudicou a equipa e sabe disso, dai ter pedido desculpas no Instagram.
Dizer que desconhecia que tinha cartão amarelo não só é pouco profissional, como é mentira...



O Benfica ficava assim com menos uma unidade a 18 minutos do fim da primeira parte.
Se jogar com18 minutos com menos um jogador parece muito tempo, jogar toda a segunda parte na mesma condição parece uma eternidade.
Esse era o terrível cenário que o Benfica tinha pela frente.
Jesus retirou Cardozo e lançou André Almeida.
Os visitantes ganharam força e passaram a ter o domínio do jogo.
Tinham mais bola, instalavam-se no meio campo do Benfica mas quando tentavam penetrar nos últimos 30 metros faltava talento.
Só aos 37 minutos a equipa condenada por corrupção incomodou Artur atraves de um canto.
Fernando cabeceia ao segundo poste, mas a bola foi prensada por André Almeida. A bola morreu nas mãos de Artur Moraes.
Foi a grande oportunidade dos azuis que iam para o intervalo em desvantagem na partida e com a eliminatória empatada.
A segunda parte começou como tinha terminado a primeira:
Com o Benfica mais retraído na sua defensiva, dando a bola ao adversário e esperando uma oportunidade para lançar contra-ataques.
No entanto o Porto era ligeiramente mais rápido e isso causava algumas dificuldades ao Benfica.
Sem muita surpresa chegaram ao empate.
Aos 52 minutos Varela força entrada dentro da área, tira André Almeida do caminho,e já descaído na direita na área, remata rasteiro fazendo um túnel a Artur.
Tudo mais difícil para o Benfica.
O jogo estava empatado, os corruptos estavam em vantagem na eliminatória e o Benfica tinha um jogador a menos. Tudo favorável aos azuis.
Mas o Benfica de Jesus tem destas coisas.
O golo despertou os jogadores e subitamente o Benfica foi à luta do impossível.
Os pupilos de Jesus tomaram conta do jogo e aos 56 minutos dão o primeiro sinal de perigo para a baliza de Fabiano.
Na ressaca de um livre a favor do Benfica, abertura longa de Enzo Perez, Garay amortece com o peito para Gaitán, que cruza na esquerda para o coração da área na direcção de Rodrigo. Embora sem marcação, o brasileiro escorrega e remata sem nexo para fora. Uma perdida incrível.
Aos 58 minutos
Salvio entra a toda a velocidade pelo lado direito da defesa contrária e é ceifado por Diego Reys. O querido viu e apitou penalti!!



Jesus ordenou que fosse Enzo a bater e o argentino não falhou.
Estava feito o  2-1 no encontro mas a eliminatória estava empatada a duas bolas dando a passagem ao clube do Quaresma.
Apenas dois minutos depois novo ataque do Benfica, com Rodrigo a aparecer na área, livre de marcação e uma vez mais a escorregar no momento crucial.
O Benfica ia dominando o jogo e apesar de algumas tentativas fugazes a equipa visitante nunca foi capaz de destabilizar e quebrar esse domínio.
Ao Benfica faltava apenas um golo para marcar presença na final e esse golo chegou a 10 minutos do fim.

A Luz explodiu de alegria


(gif roubado no Gordo, Vai a baliza!)

André Gomes, outrora dispensado pelos azuis na imagem, marcou um golo do outro mundo!
Cabrito no "polvo" que jogará por Portugal no mundial e fuzilamento a Fabiano.
Um golão que valeu a passagem ao Jamor.

Até ao final Jesus e Luís Castro receberam ordem de expulsão e ninguém percebeu a razão que levou o querido a expulsar os treinadores.
Quaresma, para não variar, andava de cabeça perdida! Fez falta sobre Maxi e falou mal para o Proença.



O "querido" não gostou e deu-lhe o segundo amarelo.
Pouco tempo depois (aos 90+7!) o jogo terminou com uma vitoria categórica da melhor equipa em Portugal!
Para a historia fica um jogo memorável para o Benfica que jogando com menos um elemento durante 69 minutos conseguiu ganhar uma eliminatória onde tudo parecia estar contra si.

De uma desvantagem de 1-0 na primeira mão no dragão, o Benfica conseguiu um esclarecedor 3-1 na Luz obtendo um 3-2 final que lhe permite disputar a final no Jamor com o Rio Ave no dia 18 de Maio.








segunda-feira, 14 de abril de 2014

Arouca 0 - Benfica 2 (27ª Jornada)


Uma semana de polémica!
Os lagartos e alguns adeptos do clube corrupto decidiram que este jogo fere a verdade desportiva por não se realizar no estádio do Arouca.
Como se o Benfica tivesse alguma interferência no assunto!
O presidente do Arouca (porKista assumido) quis ganhar dinheiro com os adeptos Benfiquistas!
Foi isto que aconteceu! Obviamente que o factor "jogar em casa" deixou de fazer sentido,
COMO NUNCA FAZ CONTRA EQUIPAS PEQUENAS!
O Benfica, tirando os jogos no Dragão e Alvalade e Guimarães, ESTA SEMPRE EM MAIORIA!
Alguns jogadores do Arouca, talvez instruídos por alguém de boa fé, lá fizeram alusão ao assunto, esquecendo-se no entanto de mencionar que o Arouca fez a maior bilheteira da sua historia e que muito provavelmente isso irá ajudar, e de que maneira, a pagar os seus salários no final do mês!
Aos poucos adeptos e comentadeiros do clube corrupto que protestaram apenas deixo este link para visitarem!
Aos do Zbordem, relembrar que nas modalidades levam uma vida a jogar noutros pavilhões... Em vez de andarem na net a protestar, juntem-se á causa e arrotem com 50 euros para o pavilhão do Bruno.
Imune a toda esta pseudo polémica (por mim ate podíamos ter jogado no Dragão) o Benfica lá foi até á cidade de Aveiro.
Jesus, uma vez mais, foi forçado a mexer na equipa.
Aos lesionados Ruben Amorim, Sílvio e Fejsa, juntou-se Luisão que ficou de fora por fadiga muscular.
Assim sendo, Jesus alinhou com:



Mesmo com tantas alterações, o Benfica entrou com uma ideia clara.
Ganhar o jogo.
O Benfica foi para cima do Arouca e procurava o golo.
No entanto, e ao contrario daquilo que aconteceu no ultimo jogo com o Rio Ave, o Benfica era confuso na zona de construção e não era esclarecido na zona de finalização. Notava-se ansiedade!
Perfeitamente normal dada a conjuntura da equipa.
Os jogadores foram dominando os nervos e as coisas começavam  sair melhor.
A primeira grande oportunidade surgiu aos 23 minutos.
 Maxi Pereira rematou muito forte para a defesa de Cássio, que negou o golo ao uruguaio.
Aos 34 minutos o Benfica volta a carga.
Remate à meia volta de Lima, com Cássio a brilhar.
Na recarga Rodrigo atira
á baliza de forma displicente e a bola sai ao lado do poste.
Uma grande perdida.

O Benfica dominava o jogo, como era de esperar. Faltava apenas o golo.
Este confiança dos jogadores muitas vezes leva a que a equipa baixe a guarda e foi mesmo isso que aconteceu aos 37 minutos.

Bruno Amaro atira a baliza e com Oblak já batido, foi Maxi a tirar a bola negando o golo aos da casa.
Soaram os alarmes e este seria o ultimo grande lance de perigo para a baliza do Benfica.
O Benfica ia carregando sobre o Arouca e já no ultimo minuto de descontos chegou ao golo.


 Jogada de entendimento com Lima a cruzar para a área. O defesa do Arouca atrapalha-se e Rodrigo, muito oportuno, empurra para dentro da baliza naquele que seria o ultimo lance da primeira parte. Estava feito o 0-1 com dedicatória.



Na segunda parte e quando todos esperávamos uma reacção dos homens de Pedro Emanuel, foi o Benfica uma vez mais a assumir o jogo.
Mesmo a perder, o autocarro não saia la de trás justificando claramente a posição que ocupa na tabela.
O Benfica ia pressionando mas os últimos 30 metros revelavam-se uma tarefa complicada devido a acumulação de jogadores do Arouca.
No entanto, temos um jogador capaz de fintar meio mundo dentro de uma cabine telefónica.

Aos 55 minutos, Markovic tira 3 do caminho e entrega (
á entrada da área) a Gaitan que como só tinha 2 defesas pelos lados e o guarda-redes pela frente não teve outra hipótese senão fazer um golo bonito!
Dois jogadores do Benfica para 5 do Arouca nos últimos 25 metros.
Uma constante do jogo.
No entanto o segundo golo estava feito e o jogo praticamente resolvido.



Aos 65 minutos momento arrepiante.

Oblak fica caído no relvado, após um choque violentíssimo com Roberto.
Claramente combalido, Oblak foi substituído por Artur.
Mais tarde a noticia que todos suspeitávamos: Traumatismo craniano para Oblak;
Mais um para juntar ao lote de lesionados. Veremos por quanto tempo.

Aos 72 e 84 (por Gaitan e Lima respetivamente) oportunidade de golo para o Benfica que viu em ambas ocasiões Cassio defender evitando novo golo.

O jogo terminou com uma vitoria justa do Benfica que podia ter sido mais gorda não tivesse Cassio feito uma grande exibição.
Passo gigante do Benfica rumo 33 titulo da sua historia.
Faltam apenas dois pontos.























Ps-





















sábado, 12 de abril de 2014


Fica aqui esta imagem para a posteridade.
Se alguém quiser imprimir e colocar no balneário do Benfica...

SL Benfica 2-0 AZ Alkmaar ( Quartos-de-Final [2ª Mão] )

Depois de uma vitoria magra por 0-1 na Holanda, o Benfica recebia em sua casa o Az para a segunda mãos destes quartos de final da Liga Europa.

Para carimbar o acesso as meias finais, e mantendo a linha de poupança, Jesus alinhou com:





Logo aos dois minutos infortunio de Silvio que ao chocar com Luisao fratura tíbia e perónio da perna direita. As melhoras campeão!
O jogo iniciou-se com uma toada morna onde o Benfica ia controlando as operações mas sem carregar sobre o adversário.
Apesar de estar a perder na eliminatória, o Az estava na expectativa e nao dava quaisquer sinais de querer ou poder recuperar a desvantagem trazida da primeira mão.
Aos 25 minutos a equipa teimava em copiar o Az e alinhava na pasmaceira.
Quem não gostava desta atitude era Jesus que pedia mais desta equipa!
Os jogadores acordaram e aumentaram ligeiramente o ritmo da partida.
Aos 32 minutos  surge a primeira grande oportunidade de golo.
Alvarado negou a primeira mas a segunda nada pode fazer.

Aos 39 minutos
grande jogada de Salvio na direita, a assistir Rodrigo na perfeição, que só teve de encostar ao segundo poste para o fundo das redes holandesas.
Estava feito o 1-0 na partida (2-0 na eliminatória)
e seria o resultado final da primeira parte.

                          
Na segunda parte o jogo recomeçou tal como tinha começado a primeira parte.
O ritmo morno e a vantagem na eliminatória tornava este jogo aborrecido mas nunca a vitoria do Benfica esteve em causa.
O jogo era aborrecido mas o domínio era absoluto.
Aos 71 minutos surgiu novo golo do Benfica.
Jogada muito idêntica a que deu o primeiro golo dos pupilos de Jesus.
Trabalho magistral de Salvio na direita, bola centrada para a área com o Rodrigo a rematar de primeira ao segundo poste, sem hipótese para Alvarado.

Estava feito o 2-0 no jogo (3-0 na eliminatória).
A partida arrastou-se ate que Kralovec deu por terminado o encontro.
Vitoria justa e incontestável do Benfica perante um Az que nunca foi capaz de contrariar o poderio da equipa encarnada.

O Benfica segue ate' as meias finais da Liga Europa graças a um grande trabalho de todos uma vez que o Benfica tem alinhado com alguns da chamada, segunda linha.
Pode-se ate dizer que o Benfica atinge as meias finais sem grande esforco.
Com o campeonato praticamente ganho e com as equipas presentes nas meias estou certo que a rotatividade acabou neste jogo.



Ps: TRÊS IDAS ÀS "MEIAS" EM QUATRO TEMPORADAS.

terça-feira, 8 de abril de 2014

Benfica 4 - Rio Ave 0 (26ª Jornada da Primeira Liga)

Durante os dia que antecederam o encontro tivemos oportunidade de assistir a uma tentativa falhada de mind games.
Se por um lado Jesus elogiava o bom campeonato da equipa de Mourin..., perdão, de Nuno Espírito Santo, por outro o treinador dos vila condenses dava as equipa iniciais das duas equipas, afirmando que não ia haver surpresas, mostrando a todo o Portugal as suas capacidades adivinhatórias e o quão perigoso isso podia ser.

 O Rio Ave é uma das equipas que melhor interpreta o contra-ataque no Campeonato Nacional, mas  essa particularidade acentua-se ainda mais nos jogos fora de casa onde apresenta um curriculum invejável:
Até ontem tinha saído vitorioso em 6 encontros, empatado 3 e tinha sofrido apenas 3 derrotas.
Obteve 21 pontos em estádios que não o seu.
Um saldo contabilístico impressionante: 11 golos marcados e 7 sofridos em 12 partidas!
A melhor defesa na condição de visitante da Primeira Liga.

No entanto, e no que respeita a números, este Benfica também tinha algo a dizer:
O Benfica não perde na Luz há um ano e meio!
No encontro de ontem, Jesus alinhou com os seguintes jogadores:


Perante os números acima apresentados, esperava-se uma tarefa difícil.
No entanto, nada mais longe da verdade.
Os jogadores do Benfica conseguiram graças ao seu esforço tornar esta partida num dos jogos mais fáceis na Luz, não só pelo que jogavam mas também por aquilo que não deixavam jogar.
Foram vinte tremendos minutos a Benfica.
O adversário não conseguia sair do seu meio campo. O Benfica jogava num ritmo alucinante e cedo se percebeu que o Rio Ave encaixaria o primeiro golo muito cedo.
A resistência terminou aos 17 minutos altura em que após mais uma jogada vistosa Enzo lança para Sílvio que no primeiro toque passa para Gaitán que assiste Rodrigo na área.
Este na cara de Ederson não desperdiçou.

Estava feito o primeiro golo da noite.



O Benfica não abrandou o ritmo e as jogadas bonitas desembocavam invariavelmente na baliza do Rio Ave.
Foi preciso chegar ao minuto 27 da partida para os visitantes conseguirem alvejar á baliza de Oblak.
No entanto o esloveno controlou o lance.
Mas dois minutos depois o Benfica ampliava a vantagem no marcador.
Já na área Rodrigo remata e vê a bola bater num defesa do Rio Ave, na passada, Gaitan aparece nas imediações da área e, com o pé esquerdo, aumenta a vantagem de trivela.




Posição confortável para o Benfica que jogava em sua casa e antes da meia hora já vencia por 2-0.
Esperava-se uma reacção por parte dos verdes de Vila do Conde no entanto o Benfica era tão inequivocamente superior que os visitantes nunca foram capazes de despir o colete de forcas, limitando-se a ver o Benfica jogar.
Aos 36 minutos o Rio Ave dava sinais de vida e rematou outra vez a baliza por intermédio de Ukra.
Mas tal como no primeiro remate, Oblak estava atento e controlou a saída do esférico pela linha de fundo.
O Benfica limitou-se a gerir o tempo e resultado até que Cosme Machado dava por terminada a primeira parte do encontro. Uma primeira parte intensa e com um domínio avassalador.

No segundo tempo o encontro jogou-se a um ritmo mais baixo com o Benfica a gerir o
"Triângulo magico": Tempo de jogo, esforço físico e marcador.
Jesus percebendo que o jogo estava controlando mexeu na equipa e o primeiro a entrar foi Cardozo.
O Benfica acalmava o ritmo de jogo mas nunca perdia de vista a baliza forasteira e numa dessas incursões, Maxi sofre falta dentro da área, prontamente assinalada pelo arbitro.
Chamado a bater, Cardozo não desperdiçou, ampliando a vantagem para 3-0.



Empolgado pelo publico o Benfica voltava a por o pé no acelerador e o perigo rondava constantemente a baliza do Rio Ave que com dificuldades ia evitando o quarto golo Benfiquista.

Aos 90 minutos outra grande penalidade para o Benfica.



Uma vez mais chamado à responsabilidade, Cardozo não desperdiçou e bisou no encontro.
Pouco tempo depois o jogo terminava com um resultado inquestionável.
O Benfica bateu o Rio Ave por 4-0 num jogo em que foi superior do minuto 1 ao minuto 93.

Cheira a titulo na Luz!
Cheira a 33!








sábado, 5 de abril de 2014

AZ Alkmaar 0-1 SL Benfica (Liga Europa - Quartos de final)


Embora já nos quartos de final, Jesus tornou a sublinhar que a prioridade continua a ser o campeonato nacional. Uma vez que a nível interno nada esta decidido, Jesus decidiu continuar com o já famoso sistema de rotação do plantel.

O Benfica entrou com:



A jogar em casa, perante o seu publico e sem complexos, o AZ entrou muito bem na partida exercendo uma pressão intensa e criando muito perigo nas suas transições.
Valeu ao Benfica um Artur inspirado que evitou o golo varias vezes e manteve as suas redes invioláveis.
Não teve uma noite fácil. A baliza do Benfica foi o foco de todas as atenções na primeira parte.
Logo aos 5 minutos remate cruzado muito perigoso. Artur não lhe toca mas estava no caminho do esférico.



Aos 18 minutos Johansson aparece na cara do guarda-redes brasileiro mas não consegue bater Artur que fez a mancha e desviou para canto!
Apenas um minuto mais tarde outra grande defesa de Artur a negar o golo a Berghuis que rematou de fora da área, fortíssimo e colocado.
Este seria o ultimo lance de grande perigo para a baliza do Benfica.
Foram 20 minutos tensos mas o Benfica aguentou a pressão inicial e começou aos poucos a equilibrar a partida.

O Benfica começava ter o controlo do jogo, mais posse de bola e acertava mais com as marcações no entanto aos 37 minutos duro golpe.
Ruben Amorim parecia lesionar-se com gravidade.

André Almeida entrou para o seu lugar.
Mais tarde as noticias eram animadoras!
O internacional português tinha "apenas" contraído uma entorse na tibiotársica esquerda, algo de  pouca gravidade, pelo que o tempo de paragem estimado é de uma semana.
Ao que tudo aponta já estará presente no jogo contra o Arouca.

O Benfica mostrava agora algumas dificuldades na construção de jogo, nomeadamente através dos homens do meio campo, mas ainda assim dominava a partida.
Terminando a primeira parte com maior ascendente sobre o adversário.
Ao intervalo o resultado era 0-0 e em muito graças a Artur e à pouca inspiração do ataque benfiquista.

No segundo tempo os jogadores do Benfica entravam com uma atitude bastante diferente e apenas 2 minutos depois do recomeço os cerca de 2000 Benfiquistas no estádio festejaram o primeiro e único golo da noite.
Cardozo rematou, Esteban defendeu para a frente e Salvio na recarga, à entrada da área, atirou de forma acrobática para o golo, beneficiando da ausência do guarda-redes.



Isto era o pior que podia ter acontecido ao Az.
A perder no seu estádio, os holandeses tinham agora que chegar mais perto da baliza de Artur, assumir o jogo, para tentar o golo, mas isso só acontecia com fugazes contra ataques que estiveram sempre controlados pela defesa benfiquista.

O Benfica, mais experiente nestas andanças, ia pela certa e aos 55 minutos podia ter decidido o jogo e a eliminatória.

Na sequência de um canto o argentino Garay cabeceia e Rodrigo falha a emenda de forma escandalosa!
O Benfica ia controlando mas, uma vez mais, deixou de jogar a partir do minuto 75.
Os últimos 15 minutos foram de alguma forma os mais preocupantes uma vez que o Benfica se limitou a defender e o Az a atacar no entanto os holandeses
demonstraram ter poucas soluções atacantes e apesar de remetido a sua defesa, o Benfica ia resolvendo todos os problemas.
Mas aos 90 minutos alguém se distraiu e
Johansson, sozinho na área, falha o remate de forma infantil e perde uma oportunidade clara de golo!

Pouco tempo depois o arbitro daria por concluída a partida.
Um Benfica de muita gestão, de alguma sorte (no inicio), de algum cinismo e de muita inteligência na Holanda a conseguir trazer uma vitoria magra mas importante.
Uma vitoria que não tem par!
A ultima vitoria na terra das tulipas foi precisamente há 45 anos.

Jesus e o "seu" Benfica continua a derrubar mitos e fantasmas.
O AZ
é uma equipa que tem um futebol tecnicamente evoluído, atraente mas não tem poder de concretização.
  Pelo que tivemos oportunidade de ver o AZ só de contra-ataque parece poder fazer mossa a um Benfica solido que apesar de ter sido surpreendido pela entrada inicial dos holandeses, equilibrou o jogo e depois geriu-o com a tranquilidade suficiente para trazer uma vantagem importante que coloca os encarnados numa situação privilegiada para marcar presença nas meias finais da prova.



Mais uma vez a jogar fora o Benfica esteve sempre muito bem apoiado...