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terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Benfica 1 - Nacional 0 (Jornada 1 da Taça da Liga)

Jogo da jornada inaugural da taça da liga que oponha Benfica e Nacional.
Para este encontro Jesus alinhou com:



O Benfica iniciou a partida com uma boa dinamica e logo aos 11 minutos chegou ao golo.
Maxi ultrapassa Marçal e cruza para a área, onde surge Jonas, entre Miguel Rodrigues e João Aurélio, a cabecear para o fundo da baliza.
Estava feito o primeiro da noite.



Depois e quando todos esperava um jogo com mais golo e mais emoção o encontro entrou numa espectacular pasmaceira que apenas terminou aos 45 minutos quando
depois de um grande trabalho de Maxi, este remata de pé esquerdo, ao ferro.
 Está resumido o primeiro tempo.

Na segunda parte mais do mesmo!
Muitas bolas perdidas e muito pouco discernimento de parte a parte, no entanto seria o Nacional a causar o primeiro lance de perigo iam já decorridos 60 minutos.
Mau atraso de André Almeida entregando a bola a Suk, no entanto Júlio César, atento, sai dos postes e cortou o lance.


Aos 68 minutos foi a vez do Benfica desperdiçar uma oportunidade.

Gaitán pela esquerda faz tudo bem e cruza com precisão para Jonas que desta vez, cabeceia por cima.

Aos 73 minutos respondeu o Nacional

Após cruzamento, Lucas João e Jardel dividem o lance com a bola caprichosamente a ir na direção da baliza do Benfica. Valeu a intervenção de Júlio César.

Ao minuto 84 uma boa noticia para o Benfica.
Sulejmani, barbaramente atropelado em Turim e depois de uma longa recuperação, voltava a jogar. Uma espécie de reforço de inverno que poderá ser importante num futuro próximo.

O jogo acabaria pouco tempo depois com uma vitória magra mas justa do Benfica.




domingo, 21 de dezembro de 2014

Benfica 1 - Gil Vicente 0 (14ª Jornada da Liga Nos)

Jogo que se pensava ser de baixo grau de dificuldade na recepção ao Gil Vicente.
Nada mais longe da verdade.
Com alguns jogadores impedidos de alinha, Jesus promoveu algumas entradas no onze titular alinhando com:
Júlio César, Maxi, Jardel, César, Benito, Samaris, Gaitán, Ola John, Talisca, Lima e Jonas.

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Para quem encarava este jogo como fácil enganou-se.
Um Benfica adormecido foi este o que encontramos na Luz.
O primeiro aviso foi mesmo dos forasteiros logo aos 4 minutos.
Remate de Diogo Viana, mas a sair por cima da baliza de Júlio César.

Aos 8 minutos seria novamente o Gil Vicente a criar perigo.
 Paulinho a cabecear na direcção da baliza, após cruzamento de Gabriel, mas acabou por falhar o alvo.

Foi preciso esperar pelos 10 minutos para ver o Benfica a criar o verdadeiro lance de perigo.
Gaitán a entrar na área gilista, atrasou para Lima, mas  o atento Pecks cortou e impediu o remate do brasileiro em zona frontal.

Apenas dois minutos mais tarde o Benfica voltava a crirar perigo.
Bomba de Talisca, a rematar cruzado na esquerda, a obrigar o guarda-redes gilista a uma defesa apertada.

O Benfica começava agora a ter a bola mais para si e com isso as dificuldades para o Gil foram crescendo. Aos 20 minutos mais uma boa oportunidade para o Benfica.
Talisca desmarca Jonas, este amortece no peito e atira à baliza de Adriano, mas o guarda-redes já muito em cima do brasileiro acaba por defender.

O Benfica era agora senhor do jogo e os lances de perigo iam sucedendo-se, até que aos 30 minutos a bola entrou mesmo.
Grande passe de Ola John, a desmarcar Maxi Pereira que já dentro da area pica a bola por cima de Adriano com esta a bater no poste.
Na recarga, o argentino Gaitan desvia sem oposição para o fundo das redes.



O Benfica tomava conta do jogo e aos 40 minutos podia mesmo ter ampliado a vantagem.
Na sequência de um canto, Gaitán cruza para a área, Jonas ao segundo poste cabecea, mas a bola sai ao lado.
Esta foi mesmo a ultima oportunidade e o jogo foi mesmo para intervalo com um magro 1-0.

No segundo tempo foi a equipa da casa a dar o primeiro sinal de perigo com Jonas a aparecer em boa posição à entrada da área, mas Adriano leu bem o jogo e antecipou-se a sair dos postes.

Aos 55 minutos grande ocasião para a equipa do Gil Vicente.
Passe teleguiado de João Vilela a desmarcar Simy, este não foi suficientemente lesto e permitiu o corte de César.

Aos 63 minutos Talisca atira forte à entrada da area para uma grande defesa de Adriano.

Aos 72 minutos Diogo Viana bate um livre e João Vilela na área salta mais alto e consegue cabecear, mas Julio César evitou o pior para o Benfica.

O Benfica estava incrivelmente nervoso e a equipa visitante ia acreditando que era possivel chegar ao empate chegando demasiadas vezes à baliza do imperador.
Aos 82 minutos grande susto com Gabriel a ter tudo para fazer o empate mas no entanto atirou por cima.
Foi a ultima grande ocasião do jogo.

Antes de acabar o encontro o arbitro João Capela teve que dar segundo amarelo e consequente vermelho a Diogo Viana por esta entrada...



Vitória de um Benfica apagado que podia e devia ter feito mais.
Valeu o resultado e valeu também ter ouvido o treinador José Mota dizer que foi roubado...
Um habitué!
Quando joga contra os de azul nem abre a boca, hoje foi roubado pois Gaitan estava fora de jogo.




Resumo:



quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Benfica 1 Braga 2 (oitavos de final da Taça de Portugal)

Depois da selvajaria que tinha sido o encontro para o campeonato nacional, o Benfica recebia no seu estádio a segunda equipa que mais sofre com os seus complexos de inferioridade.
Em jogo a última vaga nos quartos de final da Taça de Portugal!

Para este jogo Jesus alinhou com:




Ainda as equipa procuravam encaixar uma na outra e já Jardel metia a mão na bola dentro da área. Um penalti por assinalar a favor do Braga.



No entanto, poucos segundos depois, Jonas vai isolar-se e é travado em falta por Prado... que escapou à expulsão



Como era de esperar era um jogo algo calculista com o Braga aguerrido e muito lutador.. demasiado até.
No entanto seria mesmo o Benfica a chegar ao golo.

Tiba foi desarmado por Gaitán quando tentava lançar o contra-ataque, o argentino deixa em Lima, este toca para Maxi com o uruguaio a cruzar para Jonas que de cabeça inaugurou o marcador.

Ainda antes do intervalo o Benfica podia ter ampliado a vantagem. Ola John entra na área pela direita e toca lateralmente, com Gaitán a abrir as pernas para deixar a bola chegar a Jonas. Este parece surpreendido e acaba por rematar fraco, para defesa fácil do russo.

As equipas foram para o balneário com um 1-0 no marcador mas a segunda parte iria ser totalmente diferente.

Logo no inicio do segundo tempo, aos 48 minutos o Braga chega ao empate.
Na sequência de um canto. André Almeida falha o corte ao primeiro poste, Éder consegue um ligeiro desvio para Aderlan que se encontrava solto ao segundo poste.
O central  à segunda não falhou e fez balançar as redes de Júlio César.

O Benfica até reagiu bem ao golo sofrido e aos 54 minutos dispôs de duas ocasiões:
André Almeida entra na área pela esquerda e mete na zona frontal, para um remate forte de Lima, que Kritciuk defende. A bola acaba por sobrar depois para um remate de Jonas, que desvia num defesa arsenalista e sai a centímetros do poste.

Apenas 3 minutos depois balde de agua fria.
Pardo (gosto deste jogador) fez miséria e colocava o Braga na posição de vencedor.
O colombiano pegou na bola a meio-campo, avançou de forma poderosa pela zona central tirando proveito de um buraco na zona rematou de pé esquerdo batendo Júlio César.

Aos 65 minutos nova oportunidade para o Benfica.
Jonas à entrada da área rematou forte na passada no entanto o guarda-redes voou e afastou a bola da sua baliza!

Aos 75 nova oportunidade para o Benfica.
No entanto o russo negou o golo com mais uma boa defesa a afastar a bola após uma cabeçada de Jonas.


Aos 79 minutos
Lima cai na área, mas Artur Soares Dias nada assinala.

O Benfica lutou até ao fim mas o Braga conseguiu evitar sempre o empate.
Acaba assim a caminhada do detentor do titulo nesta edição.

Resumo:







domingo, 14 de dezembro de 2014

Porto 0 - Benfica 2 (13ªJornada da Liga Nos)

Jogo grande da jornada!
Na sempre difícil deslocação ao Porto, Jesus alinhou com o seguinte onze:
J.César, Maxi Pereira, Luisão, Jardel, A.Almeida, Samaris, Salvio, Enzo, Gaitan, Lima e Talisca.

Este é um jogo que poderá ter sempre duas analises possíveis.
Uma primeira na óptica de um portista e do Lopetegui:
O Porto massacrou o Benfica, teve mais posse de bola, rematou mais, mas não teve sorte.
Por outro lado por ser visto pela óptica de um Benfiquista:
Uma equipa compacta, pragmática, matreira que marcou os tempo de jogo e saiu pela certa.

Existiu aqui um pouco das duas coisas.
O Benfica tinha a lição bem estudada!
Actuou como uma verdadeira equipa, com entre-ajudas constantes, com sacrifício e com uma mentalidade muito forte a defender. Isto é facilmente confundível com submissão ou entrega de jogo ao adversário!

O problema é que se tudo isto for consentido torna-se mais interessante e penso que foi ai que o Benfica ganhou o jogo.
A inexperiência do espanhol levou-o a pensar que Jesus estava a jogar para não perder e fez a sua equipa balancear-se no ataque de forma suicida!
Dai termos o resultado de 0-2 que só não é maior por manifesta infelicidade.
É verdade que o Porto também dispôs de oportunidades, mas a realidade é que as mais claras foram as do Benfica e o Benfica foi quem melhor soube aproveitar.

Salientar também que dá muito, mas mesmo muito jeito ter um guarda redes na baliza!
J.César sempre que foi chamado a intervir deu segurança e creio que é unânime em todo o universo Benfiquista que aquela defesa aos 32 minutos a remate do J. Martinez foi um sinal inequívoco de que ali está um guarda redes seguro, que não se deixa amedrontar e que tem muita experiência disto.

Mas voltemos ao inicio.
Os primeiros 15 minutos foram de domínio quase total dos azuis.
O Benfica demorava a acertar nas marcações, Maxi e André Almeida, foram batidos pela velocidade de Brahimi e Tello, e foi precisamente nessa altura que valeu Júlio César e também o desacerto dos corruptos quer no ultimo passe ou a finalizar.

Foi precisamente á passagem do 15 que o Benfica deu o primeiro alerta.
Remate de Gaitán, à entrada da área com a bola a passar ao lado do poste.
Fabiano estava atento e controlou o lance.

Com o desenrolar do tempo Enzo e Samaris começaram a ganhar um papel mas preponderante e toda a equipa do Benfica começou a apertar as marcações, conseguindo manter o Porto fora das áreas de perigo.
O jogo entrou então num período de menor fulgor.

No entanto foi a equipa da casa que aos 32 minutos criou enorme perigo para a baliza do Benfica. Cruzamento da esquerda de Alex Sandro, Oliver simula e deixa passar a bola que  chega a Jackson. Este rematou de pronto para a tal enorme defesa de Júlio César que manteve o 0-0.

Aos 33 foi a vez do Benfica responder por Talisca que tentou a sorte com um remate de meia distancia que Fabiano defendeu sem dificuldade.
Apenas 3 minutos mais tarde o Benfica voltou a assediar a baliza dos corruptos, mas desta vez Fabiano pouco pode fazer.
 Lançamento lateral longo de Maxi Pereira (ilegal na cabeça de Lopetegui), com a bola a passar por tudo e por todos até encontrar Lima no coração da pequena área onde só teve de empurrar para o fundo da baliza portista.



(roubado num dos meus blogues favoritos)




Um duro golpe para os da casa que tentaram responder mas sempre com pouco critério facilitando assim, e muito, a vida à defensiva do Benfica.
O único ponto de interesse até ao intervalo foi mesmo um lance em que o ex-super Dragão deixou passar uma mão de Maxi...



Pouco tempo depois as equipas foram para o descanso com 0-1 no marcador favorável ao Benfica.

No inicio da segunda parte as equipas subiram ao relvado sem alterações mas com as mesmas indicações. Porto com mais bola mas longe da baliza de J.César.
O Benfica com o marcador e relógio a seu favor limitava-se a tapar os caminhos para a sua baliza e a sair em venenosos contra-ataques.
A isto, meus amigos, chamamos DOMÍNIO CONSENTIDO!
Aos 56 minutos da partida Lima volta a fazer miséria e marca o seu segundo golo da noite. Remate de Talisca à entrada da àrea com Fabiano a realizar uma defesa incompleta. Lima atento estava lá para balançar as redes.


(roubado aqui)

O treinador espanhol meteu a carne toda no assador:
Quaresma e Quintero entraram para tentar desequilibrar o jogo.
Seria mesmo Quaresma da dar o primeiro sinal de perigo aos 64 minutos.
Jogada na direita, passa por três adversários, encara Júlio César, e cruza, mas contra um defesa. Estava dado o sinal.

No entanto, apenas dois minutos depois seria o Benfica a causar muito perigo.
Contra-ataque conduzido por Enzo Pérez que coloca em Lima na esquerda. Este cruza rasteiro para Sálvio, mas no ultimo momento apareceu Alex Sandro a cortar e por muito pouco não fez auto-golo...

Aos 76 minutos o Porto chega ao golo... invalidado e bem por mão.
Canto da direita, Jackson remata da cabeça à barra, na recarga o mesmo ajeita a bola com o braço, antes de rematar para o fundo da baliza. O ex-super dragão apitou de imediato.



Aos 80 outra vez bola na barra de Júlio César.
Cruzamento perfeito de Quaresma, com o avançado colombiano a rematar de cabeça, na pequena-área. No entanto a bola foi devolvida pela barra.

A sorte faz parte do jogo e aqui o Benfica teve-a.
O Benfica cerrou fileiras e nos últimos 10 minutos abdicou praticamente da partida limitando-se a fechar todos os espaços ao Porto.
O jogo terminou com uma vitória para o Benfica (algo que não acontecia para a Liga desde 2005) que aumenta assim a vantagem para 6 pontos.
Com esta partida o Benfica passou a somar 77 jogos consecutivos a marcar em todas as partidas disputadas na I Liga. Não fica em branco desde Abril de 2012.

Péssimo trabalho de Jorge Jesus.
Rua!





Resumo:





terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Benfica 0 - Leverkusen 0 (UEFA Champions League 2014/2015 6ª jornada)

Com o Benfica já fora das competições da europa, Jesus promoveu alterações na equipa para a despedida da champions 2014/2015.
O Benfica alinhou com:




O Benfica até entrou bem na partida e logo aos 11 minutos desperdiçou uma oportunidade flagrante:
Ola John trabalha bem na esquerda e já dentro da área cruza tenso.
A bola caprichosamente sobra para uma posiçao frontal à baliza, onde aparece Lima que praticamente sem oposição, remata à trave.


Pouco tempo depois nova jogada de entendimento entre Ola John e Lima com o brasileiro a rematar ao lado.



Apenas 1 minuto mais tarde foi a vez de "Bébé" tentar a sorte mas o destino foi o mesmo.

O Benfica era mais forte que os alemães e aos 41 minutos nova oportunidade para Lima.

Ola John tira dois adversários do caminho, entra em diagonal para o centro e lança Lima, mas o brasileiro remata ao lado...


As equipas foram para o intervalo com um 0-0.

No segundo tempo os alemães pareciam vir com outra vontade e dão os primeiros sinais de perigo aos 51 e 53 minutos.

Aos 62 minutos lance caricato.
Cesár é mais rápido sobre o esférico e remata contra Hilbert com a bola a passar bem perto do poste. Artur estava batido...

O Benfica respondeu por intermédio de Talisca que arriscou de longe mas sem êxito.

Pouco tempo depois o arbitro dava por terminada a partida com um empate injusto a zero no marcador.

sábado, 6 de dezembro de 2014

Benfica 3 - Belenenses 0 (12ª Jornada da Liga Nos)

Aquele que foi já um dos clássicos mais apetecíveis do futebol começou mal.
Durante toda a semana houve especulação sobre a utilização ou não de Miguel Rosa ou Deyverson. Bem sei que o presidente do Belenenses ilibou o Benfica de qualquer acção neste caso. No entanto, não sejamos ingénuos!
O Belenenses não abdicou destes jogadores só porque sim! Principalmente quando o seu treinador passa a semana toda a lançar mais lenha para a fogueira.
Algo passou!
Não sabemos se está relacionado com os direitos de preferência, se foi algo que ficou acordado aquando da ida de Miguel Rosa...não sabemos!

Eu como adepto, simpatizante e sócio do Benfica gostava de saber qual a necessidade do meu clube cair no ridículo como os corruptos da cidade Porto. Kleber do Estoril não jogou contra os corruptos, Abdoulaye no Guimarães também não os defrontava (querem mais FlashBack??) e de repente o Benfica entra nesta moda também...

Para este clássico lisboeta Jesus alinhou com:



O Benfica entrou bem na partida e aos 11 minutos cria o primeiro lance de perigo.
Enzo entra na área pela direita e mete na marca de penálti, onde aparece Gaitan, mas o remate, saiu ligeiramente ao lado...

Aos 18 minutos foi a vez de Talisca que tentou o remate de longe mas Matt Jones defendeu.

Na resposta, o Belém respondeu por Tiago Caeiro que com um belo cabeceamento obrigou J.César a defesa apertada.

Aos 22 Luisão desvia de cabeça com a bola a passar ao lado e aos 24 minutos..




Um braço na bola...
Não é de todo uma posição corporal normal, fica a ideia de que não tem intenção mas a realidade é que corta um lance com o braço dentro da área. O arbitro nada assinalou.

Apesar do sinal mais por parte do Benfica o nulo mantinha-se e acompanhou as equipas até aos balneários.


O inicio da segunda parte trouxe um Benfica decidido a desbloquear o marcador.
Logo aos 59 Gaitan atira ao lado.
Aos 64 minutos chegou o tão ansiado golo.

Jardel ganhou de cabeça, a bola sobrou para Jonas que de cabeça colocou no limite da pequena área para Lima encostar. Um lance que parece claramente ser de laboratório.


O Benfica mantinha o ritmo e o Belenenses parecia ainda desorientado não conseguindo sair do colete de forças que o Benfica impunha.
Não foi por isso de estranhar que apenas 6 minutos depois surgisse outro golo.

Após jogada individual, Enzo é derrubado já dentro da area. Chamado à conversão, o argentino não falhou e fez o 2-0.



O jogo estava resolvido mas o Benfica acabaria mesmo por marcar um terceiro golo.
E que golo!
Jogada brilhante de Gaitan e Salvio de cabeça a marcar já dentro da área!

Com este golo o Benfica fechou o marcador com esclarecedores 3-0 numa vitoria moralizadora antes da visita ao estádio do ladrão.









Resumo: