Oito anos depois o Benfica volta ao Jamor.
Vindo de uma vantagem de 0-2 na primeira mão, esperava-se um encontro em que Jesus colocasse em campo algum jogadores menos utilizados. Erro.
Jesus meteu a carne toda no assador (expressão novamente na moda) e entrou para jogo passando a mensagem que apesar de tudo o jogo era para ganhar.
No entanto, e de forma surpreendente, o Paços não nunca teve uma atitude de desespero e mesmo tendo o relógio (e marcador) foi sempre uma equipa algo previsível quando tentava atacar.
O jogo foi morno (para não dizer frio), nem o Benfica jogava o seu melhor nem o Paços buscava um golo que o pudesse relançar na partida.
O encontro chegou ao intervalo com algumas oportunidades para o Benfica (incluindo uma bola no poste após remate de Cardozo) e uma intervenção monumental de Artur que negou o golo ao Paços.
Na segunda parte mais do mesmo, jogo lento e previsível com as equipas a arrastarem o encontro.
No entanto, quem tem Cardozo, não pode jogar para o 0-0 e aos 54 minutos, após jogada de entendimento, Gaitan cruza do lado esquerdo para o centro da área onde estava Cardozo que com um remate a 105km/h inaugurou o marcador.
Segundos depois era como se nada tivesse passado. O jogo não alterava as suas caracteristicas e tudo era feito com a maior calma do mundo.
Aos 80 minutos, momento caricato com Maxi a assistir Cicero que não desperdiçou e fez o golo do empate. Foi o primeiro golo sofrido pelo Benfica na taça nacional.
Que pena ter sido assim...
Primeiro objectivo da época garantido!
O Benfica volta ao Jamor onde já foi feliz muitas vezes. Ficamos á espera de adversário.
segunda-feira, 15 de abril de 2013
"Bomba atómica"
Não gosto muito deste senhor.
Mas de vez em quando o artista manda um bitaite e lá tenho eu que lhe dar razão...
Este é mais um tema em que tenho de concordar com ele. É uma realidade que podemos estar todos enganados e que o presidente já possa ter a renovação feita há muito tempo.
Quero acreditar nisso. Caso contrário esta bomba atómica pode mesmo vir a ser uma realidade...
Mas de vez em quando o artista manda um bitaite e lá tenho eu que lhe dar razão...
Este é mais um tema em que tenho de concordar com ele. É uma realidade que podemos estar todos enganados e que o presidente já possa ter a renovação feita há muito tempo.
Quero acreditar nisso. Caso contrário esta bomba atómica pode mesmo vir a ser uma realidade...
sábado, 13 de abril de 2013
quinta-feira, 11 de abril de 2013
Newcastle 1 Benfica 1 (2-4)
O Benfica deslocava-se a Inglaterra naquele que parece ser já um pais de eleição entre os adeptos do Benfica. Ambiente futebolistico fantástico com o ingleses a reconhecerem a grandeza do clube e a discutir em amena cavaqueira futebol com os portugueses com a ajuda das famosas pints para que a garganta não fique seca. Em suma, um ambiente que jamais será possível ter em Portugal.
Antes do jogo começa o Benfica já estava a marcar pontos.
Homenagem singela e bonita a um dos melhores treinadores que passou por Portugal.
Sir Bobby Robson
Se os portugueses já caiam bem aos ingleses, depois disto não é preciso dizer nada mais em relação a essa simpatia.
Amigos, amigos, negócios á parte.
Jesus entrou com tudo e fez alinhar em St. James Park os seguintes:

Apoiado por "apenas" 2000 adeptos, o Benfica não se atemorizou perante um ambiente adverso e entrou a mandar no jogo, fazia uma boa circulação de bola e escondia a mesma dos ingleses que viam o relogio jogar contra si desde o apito inicial.
Só aos 28 minutos surguiu a primeira nota de emoção. Krul armou-se em Artur e perdeu a bola para Lima. A bola sobra para Gaitan que de baliza aberta foi lento o suficiente para permitir a intervenção de Massadio Haïdara. Uma grande perdida que no entanto alterava ainda mais o estado emocional da equipa da casa que tinha de ganhar sem sofrer golos. O primeiro aviso estava dado.
O jogo continuava morno com a sensação clara que o Benfica controlava as operações até que aos 45 minutos soou o alarme.Cissé introduz a bola dentro da baliza, para delírio dos ingleses, no entanto o arbitro assinalou fora de jogo e o 0-0 foi mesmo o resultado com que as equipas terminaram a primeira parte.
A segunda parte foi uma cópia da primeira, o Benfica controlava a bola e o ritmo de jogo e foi a primeira equipa a ter uma oportunidade de golo flagrante que Gaitan desperdiçou.
É verdade que os da casa eram mais pressionantes mas ainda assim o Benfica era mais inteligente.
Inteligencia essa que não ficou provada aos 71 minutos.
Desentendimento infantil entre Matic e Garay já perto da linha de fundo, a bola acaba por ser cruzada e Cissé de cabeça faz o 1-0 e o 2-3 na eliminatória.
Entraram Rodrigo e Cardozo e o jogo do Benfica mudou. Os da casa pressionavam mais e o Benfica agora apostava em transições rápidas. Nos últimos 10 minutos o jogo partiu-se e era bola cá, bola lá, embora não existisse verdadeiro perigo para as balizas.
Já em tempo de desconto, Rodrigo a toda a velocidade na esquerda assiste Sálvio que não perdoou e colocou em delírio os Benfiquistas a quem fez questão de dedicar o golo juntamente com Rodrigo.

Passagem mais do que justa do Benfica que foi sempre superior ao Newcastle. É verdade que o Benfica podia ter sofrido mais golos (em especial na primeira mão) mas também é verdade que podia ter marcado muitos mais.
ESTAMOS PORTANTO NAS MEIAS FINAIS DA EUROPA OUTRA VEZ...
Algo muito importante para o nosso clube. Eu sei disso, nós sabemos disso e o Sálvio também sabe..

Ps- A cara de André Gomes e dos stewards a contemplarem a festa Benfiquista no topo!
onde entretanto nós davamos mais cor ao estádio =)

O estádio é bonito, mas ficar no topo onde ficamos é quase criminal, não se vê quase nada...
Antes do jogo começa o Benfica já estava a marcar pontos.
Homenagem singela e bonita a um dos melhores treinadores que passou por Portugal.
Sir Bobby Robson
Se os portugueses já caiam bem aos ingleses, depois disto não é preciso dizer nada mais em relação a essa simpatia.
Amigos, amigos, negócios á parte.
Jesus entrou com tudo e fez alinhar em St. James Park os seguintes:

Apoiado por "apenas" 2000 adeptos, o Benfica não se atemorizou perante um ambiente adverso e entrou a mandar no jogo, fazia uma boa circulação de bola e escondia a mesma dos ingleses que viam o relogio jogar contra si desde o apito inicial.
Só aos 28 minutos surguiu a primeira nota de emoção. Krul armou-se em Artur e perdeu a bola para Lima. A bola sobra para Gaitan que de baliza aberta foi lento o suficiente para permitir a intervenção de Massadio Haïdara. Uma grande perdida que no entanto alterava ainda mais o estado emocional da equipa da casa que tinha de ganhar sem sofrer golos. O primeiro aviso estava dado.
O jogo continuava morno com a sensação clara que o Benfica controlava as operações até que aos 45 minutos soou o alarme.Cissé introduz a bola dentro da baliza, para delírio dos ingleses, no entanto o arbitro assinalou fora de jogo e o 0-0 foi mesmo o resultado com que as equipas terminaram a primeira parte.
A segunda parte foi uma cópia da primeira, o Benfica controlava a bola e o ritmo de jogo e foi a primeira equipa a ter uma oportunidade de golo flagrante que Gaitan desperdiçou.
É verdade que os da casa eram mais pressionantes mas ainda assim o Benfica era mais inteligente.
Inteligencia essa que não ficou provada aos 71 minutos.
Desentendimento infantil entre Matic e Garay já perto da linha de fundo, a bola acaba por ser cruzada e Cissé de cabeça faz o 1-0 e o 2-3 na eliminatória.
Entraram Rodrigo e Cardozo e o jogo do Benfica mudou. Os da casa pressionavam mais e o Benfica agora apostava em transições rápidas. Nos últimos 10 minutos o jogo partiu-se e era bola cá, bola lá, embora não existisse verdadeiro perigo para as balizas.
Já em tempo de desconto, Rodrigo a toda a velocidade na esquerda assiste Sálvio que não perdoou e colocou em delírio os Benfiquistas a quem fez questão de dedicar o golo juntamente com Rodrigo.

Passagem mais do que justa do Benfica que foi sempre superior ao Newcastle. É verdade que o Benfica podia ter sofrido mais golos (em especial na primeira mão) mas também é verdade que podia ter marcado muitos mais.
ESTAMOS PORTANTO NAS MEIAS FINAIS DA EUROPA OUTRA VEZ...
Algo muito importante para o nosso clube. Eu sei disso, nós sabemos disso e o Sálvio também sabe..

Ps- A cara de André Gomes e dos stewards a contemplarem a festa Benfiquista no topo!
onde entretanto nós davamos mais cor ao estádio =)
O estádio é bonito, mas ficar no topo onde ficamos é quase criminal, não se vê quase nada...
domingo, 7 de abril de 2013
Olhanense 0 Benfica 2
Delocação ao Algarve para jogar com a equipa de Cajuda.
O favoritismo era mais que obvio e a unica questão que se foi colocando ao longo da semana foi exactamente como iria ser o "autocarro" da equipa de Olhão.
Jesus fez entrar Artur, André Almeida, Luisão, Garay, Maxi Pereira, Matic, Salvio, Enzo Perez, Gaitan, Rodrigo e Lima.
Aos 5 minutos surge a primeira oportunidade. Lima após trabalho de Rodrigo na esquerda, falha o desvio para o golo.
Dois minutos depois seria a vez de Sálvio rematar de primeira de pé esquerdo, mas o guarda-redes da casa segurou.
Aos 14 nova oportunidade para o Benfica. Gaitan deixa de calcanhar para Rodrigo e este atira à baliza. Bracalli conseguiu desviar a bola. Só dava Benfica e Bracalli.
Aos 15 minutos, canto para o Benfica, com a bola a ser colocada ao segundo poste onde estava Rodrigo que atira por cima da barra.
O jogo perdeu algum ritmo e até ao intervalo só houve tempo para mais duas oportunidades para o Benfica e ambas desperdiçadas por Lima.
O Benfica ia para o intervalo com um nulo no marcador que nestas alturas do campeonato não é nada bom.
A segunda parte começou tal como a primeira, com o Benfica a carregar. Era um Benfica mandão que procurava o golo e não deixava a equipa da casa jogar. E o golo chegou aos 52 minutos por intermédio de Sálvio.
O argentino surge na zona central, remata forte (89Km/h) e cruzado à baliza de Bracalli.
Estava inaugurado o marcador.
Aos 64 minutos novo golo para o Benfica. Bola colocada da esquerda para a zona central onde aparece Matic (o tal que não prestava) a rematar a 114 km/h e a fazer o 0-2 na partida.

O Benfica abrandou o ritmo e limitava-se a controlar o jogo.
Até ao final do jogo um par de situações mais para o Benfica mas o resultado final estava feito.
Vitória do Benfica que mantem assim a vantagem para os corruptos.
O favoritismo era mais que obvio e a unica questão que se foi colocando ao longo da semana foi exactamente como iria ser o "autocarro" da equipa de Olhão.
Jesus fez entrar Artur, André Almeida, Luisão, Garay, Maxi Pereira, Matic, Salvio, Enzo Perez, Gaitan, Rodrigo e Lima.
Aos 5 minutos surge a primeira oportunidade. Lima após trabalho de Rodrigo na esquerda, falha o desvio para o golo.
Dois minutos depois seria a vez de Sálvio rematar de primeira de pé esquerdo, mas o guarda-redes da casa segurou.
Aos 14 nova oportunidade para o Benfica. Gaitan deixa de calcanhar para Rodrigo e este atira à baliza. Bracalli conseguiu desviar a bola. Só dava Benfica e Bracalli.
Aos 15 minutos, canto para o Benfica, com a bola a ser colocada ao segundo poste onde estava Rodrigo que atira por cima da barra.
O jogo perdeu algum ritmo e até ao intervalo só houve tempo para mais duas oportunidades para o Benfica e ambas desperdiçadas por Lima.
O Benfica ia para o intervalo com um nulo no marcador que nestas alturas do campeonato não é nada bom.
A segunda parte começou tal como a primeira, com o Benfica a carregar. Era um Benfica mandão que procurava o golo e não deixava a equipa da casa jogar. E o golo chegou aos 52 minutos por intermédio de Sálvio.
O argentino surge na zona central, remata forte (89Km/h) e cruzado à baliza de Bracalli.
Estava inaugurado o marcador.

Aos 64 minutos novo golo para o Benfica. Bola colocada da esquerda para a zona central onde aparece Matic (o tal que não prestava) a rematar a 114 km/h e a fazer o 0-2 na partida.

O Benfica abrandou o ritmo e limitava-se a controlar o jogo.
Até ao final do jogo um par de situações mais para o Benfica mas o resultado final estava feito.
Vitória do Benfica que mantem assim a vantagem para os corruptos.
quinta-feira, 4 de abril de 2013
Benfica 3 Newcastle 1
Subscrever:
Mensagens (Atom)







